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5 coisas para não fazer no Dia do Consumidor

No Brasil, o Dia do Consumidor surgiu como uma forma de reforçar os direitos previstos na Lei nº 8.078/91, mais conhecida como Código do Consumidor. Com o passar do tempo, a data se transformou em uma oportunidade para comprar com descontos, na medida em que lojas físicas e online começaram a oferecer promoções, fretes grátis e outras condições especiais.

A data, que é comemorada mundialmente, ocorre na quarta-feira da semana do dia 15 de março em terras brasileiras. Neste ano, portanto, as promoções estarão concentradas no dia 17. Assim como na Black Friday, vale ficar atento durante os sete dias, já que determinadas lojas lançam promoções já na segunda-feira. Mas, antes de ir às compras, veja algumas práticas de segurança essenciais para manter seus dados seguros:

1. Não compre em lojas com URLs sem HTTPS

Sites confiáveis têm um “S” no endereço de URL, uma espécie de certificado de segurança em termos de conexão com o aparelho. De forma geral, isso significa que dados pessoais, de cartão de crédito e bancários não serão interceptados na hora da compra.

Aliás, é comum que sites https:// exibam um cadeado fechado antes do endereço da página — que, geralmente, aparece na cor verde. Essa dica é válida para todos os sites, inclusive aqueles que são o foco dos ataques de phishing: páginas de bancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras.

Embora seja interessante, não recomendamos a aplicação isolada dessa dica, uma vez que golpistas conseguem adquirir certificados para enganar os usuários. Para reforçar a segurança na hora das compras, confira as dicas seguintes.

2. Fuja de sites da lista do Procon

Antes de realizar uma compra, confira se o site foi classificado pelo Procon como não confiável. Existem listas em diversos estados, como Rio de JaneiroSão Paulo e Santa Catarina. A iniciativa surgiu em 2012 e, desde então, a instituição atualiza os nomes periodicamente. Na seleção estão reunidas lojas online que receberam reclamações, foram notificadas e não responderam ou não tiveram seus responsáveis localizados.

3. Não use redes públicas de wi-fi 

Eventos como a Black Friday e a Semana do Consumidor criam um senso de urgência que, em alguns casos, pode levar o usuário a comprar pelo wi-fi de locais como shoppings, aeroportos, bares e restaurantes.

Embora as redes públicas de wi-fi sejam tentadoras, elas representam uma grande ameaça. Isso porque, por meio delas, hackers podem interceptar a conexão entre a rede e o dispositivo e acessar suas informações. Portanto, a recomendação é evitá-las sempre — não somente em épocas promocionais, mas durante o ano todo.

4. Dispense ofertas com links encurtados

Uma prática muito comum é criar links falsos com promoções que são compartilhadas via e-mail, WhatsApp, SMS, Facebook e Instagram. Esses links simulam sites de grandes lojas e têm como objetivo roubar os dados (e até mesmo o dinheiro) do consumidor. Portanto, caso se depare com uma promoção imperdível, não clique no link. Acesse o site original e veja se a oferta é válida.

5. Evite baixar apps desconhecidos

Por fim, é importante se atentar aos aplicativos. Diversos sites oferecem cupons ou condições especiais em compras pelo aplicativo, e inúmeros programas falsos surgem para fisgar o cliente. Então, sempre confira a autenticidade do app antes de baixá-lo.

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